IPBeja - Instituto Politécnico de Beja

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Testemunhos

Ana Lúcia Rodrigues Miguel
Idade: 27 anos

Formação: Licenciatura em Engenharia do Ambiente – Ramo Engenharia Sanitária
Actividade profissional: Engenheira do Ambiente – Chefe de Exploração do Centro de Exploração de Mértola – Luságua – Serviços Ambientais S.A. – Operação, manutenção e exploração de sistemas de abastecimento de água
Outras actividades associadas com a formação adquirida no Curso de Engenharia do Ambiente: Formadora na ALSUD – Mértola, nos cursos de Técnico de Gestão do Ambiente 1º ano e 2º ano e no Curso profissional de Operador de ETA e ETAR, nas áreas de Ordenamento no Território, Higiene e Segurança no Trabalho, águas de abastecimento e água residuais.

Entrevista:

1. Como avalia o seu desempenho profissional, tendo em conta as competências adquiridas durante o curso de licenciatura?
R: As competências que adquiri ao longo do curso foram as que me preparam teoricamente para a minha actividade profissional. Com a prática ganhei experiência que associada com as competências adquiridas no curso me permitiram chegar rapidamente a um lugar de destaque na empresa onde me encontro.
2. O carácter aplicado/profissionalizante do Curso de Engenharia do Ambiente foi facilitador da sua inserção no mercado de trabalho?
R: Sim, sem dúvida.
3. Para que área se sente mais preparado/motivado e habilitado para desenvolver a sua actividade profissional?
R: Águas de abastecimento e águas residuais.
4. Que memórias guarda da sua vida académica em Beja?
R: Foram dos melhores tempos que passei até agora. Consegui conciliar a vida académica com o lazer, fiz novos amigos, que guardo até hoje, e foi uma experiência que me enriqueceu como ser humano.


Belinda Teresa Pereira Sobral
Idade: 26

Formação: Licenciatura Bietápica em Engenharia do Ambiente
Actividade profissional: Engenheira do Ambiente e Técnica Superior de Higiene e Segurança no Trabalho
Outras actividades associadas com a formação adquirida no Curso de Engenharia do Ambiente: Descontaminação de solos, Gestão de Resíduos Industriais Perigosos
Viagens de sonho: Peru, Vietname, Índia, México, Colômbia, Amazónia, Moçambique
Passatempos: ler, yoga, dançar, gatos, cozinhar, viajar, naturopatia ayurvédica

Entrevista:

1. Como avalia o seu desempenho profissional, tendo em conta as competências adquiridas durante o curso de licenciatura?
R: As competências adquiridas permitem uma resposta mais rápida e eficaz no nosso desempenho profissional. Aprendemos a ser metódicos e organizados, o que contribui grandemente para um bom trabalho. Um curso não nos dá todo o conhecimento mas dá-nos as principais ferramentas que facilitam a busca de soluções no nosso dia-a-dia em contexto de trabalho.
2. O carácter aplicado/profissionalizante do Curso de Engenharia do Ambiente foi facilitador da sua inserção no mercado de trabalho?
R: A componente prática do curso facilitou bastante a minha entrada no mercado de trabalho. A minha preferência foi quase sempre a Gestão de Resíduos, e foi aí onde comecei a trabalhar. Foi também com esse tema que realizei o meu projecto final, o qual foi a principal porta de entrada no meu primeiro emprego. Teve influência, sem dúvida que teve.
3. Para que área se sente mais preparado/motivado e habilitado para desenvolver a sua actividade profissional?
R: A área para a qual o curso me motivou mais foi a de Gestão de Resíduos e também a área de Descontaminação de solos. E foram precisamente estas as áreas onde já trabalhei. Como eu costumo dizer: nada acontece por acaso! Há ainda outra área que também considerei relevante no curso mas na qual ainda não tive possibilidade de trabalhar, a área da Poluição Atmosférica. Continua na minha gaveta de sonhos por realizar, um dia destes vou abri-la.
4. Que memórias guarda da sua vida académica em Beja?
R: Guardo as memórias de um tempo repleto de convívio, entreajuda e companheirismo entre colegas e professores. Uma cidade com qualidade de vida, onde vamos a pé para qualquer lado, com espaços verdes para fazer desporto e uma cidade onde podemos confiar no próximo. Tenho muito boas recordações da minha vida de estudante em Beja, ainda hoje regresso para reviver um pouco dos dias e noites que fizeram, sem dúvida, a diferença na minha maneira de ser e estar na vida.
 

Maria Cristina Quintas Pires
Idade: 33

Formação: Licenciatura em Eng. do Ambiente
Actividade profissional: Técnica de Analises à Qualidade do Ar Interior

Entrevista:

1. Como avalia o seu desempenho profissional, tendo em conta as competências adquiridas durante o curso de licenciatura?
R: Dado a Qualidade do Ar Interior (QAI) e a Certificação Energética serem áreas novas e que ainda estão a ser afinadas, durante a licenciatura não foram aprofundadas estas temáticas, embora a QAI tenha sido falada.
2. O carácter aplicado/profissionalizante do Curso de Engenharia do Ambiente foi facilitador da sua inserção no mercado de trabalho?
R: Sim. Muitas das entidades empregadoras pedem formação na área da engenharia do Ambiente, e foi o meu caso.
3. Para que área se sente mais preparado/motivado e habilitado para desenvolver a sua actividade profissional?
R: Quando terminei o curso talvez fosse na área de tratamento de águas ou gestão de resíduos, mas temos de nos adaptar rapidamente à realidade e às necessidades do mercado.
4. Que memórias guarda da sua vida académica em Beja?
R: Como não residia na cidade acabei por não ter a componente “extra” aulas, por isso o que ficou mais na memória foi o stress dos trabalhos e dos exames. O melhor momento sem dúvida foi quando fiz o último exame!
 

Daniela Serrão
Idade: 25

Formação: Engenharia do Ambiente
Actividade profissional: Coordenadora da Divisão de Serviços Urbanos e Ambiente da Câmara Municipal de Mora

Entrevista:

1. Como avalia o seu desempenho profissional, tendo em conta as competências adquiridas durante o curso de licenciatura?
R: A licenciatura de Engenharia do Ambiente da ESAB permitiu-me adquirir os conhecimentos necessários para iniciar a minha actividade profissional, sobretudo nas áreas das Águas e Resíduos, as quais foram abordadas intensivamente ao longo do curso e que no meu caso foram indispensáveis, uma vez que lido com estas duas vertentes diariamente.
Como em qualquer curso que seja leccionado por todo o país apenas nos prepara para o “arranque”, depois tudo vem com a experiência que se vai adquirindo.
2. O carácter aplicado/profissionalizante do Curso de Engenharia do Ambiente foi facilitador da sua inserção no mercado de trabalho?
R: Sim, sem dúvida.
3. Para que área se sente mais preparado/motivado e habilitado para desenvolver a sua actividade profissional?
R: Águas e Resíduos
4. Que memórias guarda da sua vida académica em Beja?
R: Demasiadas! Das praxes (das quais sou a favor a 100%), aos docentes que sempre estiveram disponíveis para nos ajudarem, ao percurso pela Associação de Estudantes, o relacionamento com as outras Associações de Estudantes do IPB quando eram organizados eventos para toda a comunidade escolar, às amizades que se criaram, enfim, tenho mesmo muito boas memórias de Beja as quais pretendo guardar por muito, muito tempo!

 

Maria Mónica Duarte Pacheco
Idade: 27

Formação: Licenciatura em Eng.ª do Ambiente – ramo Eng.ª Sanitária e Curso de Formação Profissional de Técnicos Superiores de Higiene e Segurança no Trabalho, Nível V.
Actividade profissional: Acompanhamento Ambiental de obras públicas e privadas; acompanhamento de implementação de medidas de minimização de impacte ambiental, preconizadas na Declaração de Impacte Ambiental, em obras sujeitas a Estudo de Impacte Ambiental; Coordenação de Segurança em Obra.
Outras actividades associadas com a formação adquirida no Curso de Engenharia do Ambiente: Elaboração de Planos de Prevenção e Gestão de resíduos de construção e demolição, em fase de projecto, para obras; análises de relatórios de qualidade de águas e ruído ambiente.

Entrevista:

1. Como avalia o seu desempenho profissional, tendo em conta as competências adquiridas durante o curso de licenciatura?
R: Considero o meu desempenho profissional bom, uma vez que na licenciatura foram-me dadas competências técnicas que são a base do meu trabalho. E também me foram dadas ferramentas para, quando não estou à vontade em qualquer assunto, saber onde procurar para chegar à sua resolução.
2. O carácter aplicado/profissionalizante do Curso de Engenharia do Ambiente foi facilitador da sua inserção no mercado de trabalho?
R: Eu acho que sim, porque o Curso tem uma parte muito prática e aplicada. Cada vez mais o mercado de trabalho está mais exigente e quem não for activo e prático, tem mais dificuldades de adaptação e inserção.
3. Para que área se sente mais preparado/motivado e habilitado para desenvolver a sua actividade profissional?
R: Neste momento, uma vez que é a área em que estou a trabalhar há mais tempo, estou mais habilitada/preparada e tenho interesse em progredir na área de acompanhamento ambiental de empreitadas. No entanto, como também já trabalhei na área de projecto de redes de águas, de abastecimento e residuais, também seria uma área de interesse para mim em voltar a trabalhar.
4. Que memórias guarda da sua vida académica em Beja?
R: Muito boas memórias! Fiz muitos bons amigos! E foram os melhores tempos da minha vida. Também tenho saudades da Agrária, do ambiente que lá se vivia e dos professores. Até mesmo da altura do stress dos trabalhos e exames.


Ricardo Filipe Pedro Costa
Idade: 23 anos

Formação: Licenciatura em Engenharia do Ambiente
Actividade profissional: Técnico de Auditoria à Qualidade do Ar Interior (QAI)
Outras actividades associadas com a formação adquirida no Curso de Engenharia do Ambiente: Operador de Avaliação de Impacte Ambiental de Odores no aterro sanitário do Seixal, pela Odournet S.L. empresa Espanhola que presta serviços especializados na medição, avaliação e gestão do incómodo de odores.

Entrevista:

1. Como avalia o seu desempenho profissional, tendo em conta as competências adquiridas durante o curso de licenciatura?
R: Para além do que se aprendeu, há várias coisas que nos condicionam de forma positiva para o resto da vida, a lei do “desenrasca-te”, nada caí do céu, há que procurar/pesquisar. Tantos relatórios e trabalhos serviram para nos tornar mais autodidactas e aproximar-nos da realidade do trabalho.
2. O carácter aplicado/profissionalizante do Curso de Engenharia do Ambiente foi facilitador da sua inserção no mercado de trabalho?
R: O interesse pelo curso nunca teve relacionado com a dificuldade ou facilidade de inserção no mercado de trabalho, mas sim pelo fascínio pela área e temas abrangidos. O facto de se tirar a licenciatura num
Politécnico, impõe-nos barreiras ao nível do reconhecimento da qualidade profissional perante as entidades empregadoras. E necessária uma maior divulgação do curso, para que se reconheça a qualidade da formação dos alunos que se acabam de formar.
3. Para que área se sente mais preparado/motivado e habilitado para desenvolver a sua actividade profissional?
R: Para além da área em que actualmente trabalho, futuramente sinto-me mais habilitado para exercer na área de Gestão resíduos e análises e tratamento de solos.
4. Que memórias guarda da sua vida académica em Beja?
R: Os amigos/família que se criaram e que para sempre posso contar, a relação com os docentes que não se encontra em mais nenhuma faculdade e a gastronomia alentejana.
 

 

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Ficha Técnica
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